PESQUISA INTERNACIONAL DA PHILIPS MOSTRA EFEITOS NEGATIVOS DA FALTA DE SONO

setembro 21, 2009

Consequências do problema incluem ganho de peso, diabetes e até ataques cardíacos

Nova Iorque – A Royal Philips Electronics (AEX: PHI, NYSE: PHG) divulgou estudo com 2.500 executivos, de diversos países, que apontou que quase três quartos deles não estavam dormindo o suficiente. O estudo foi realizado com homens e mulheres, donos e fundadores de empresas, sócios, diretores de conselho, além de gerentes nos níveis sênior, médio e junior.

A pesquisa, conduzida em cinco países, mostrou que 40% dos questionados apontam as preocupações referentes a assuntos de trabalho como a principal razão para a falta de sono.A vasta maioria (61%) afirma que sofreu impacto negativo em seu trabalho devido à falta de sono. Em média, cerca de 6,2 dias por ano foram afetados por sono inadequado – gerando possíveis danos à saude e custo de milhões às companhias ao redor do mundo.

Quando o sono é prejudicado, nossas habilidades normalmente são prejudicadas, especialmente as cognitivas.

Dados demográficos da pesquisa:

  • 2.513 pessoas foram entrevistadas, das quais 59% (1.483) eram homens e 41% (1.030), mulheres.
  • A divisão em grupos de idades foi a seguinte: abaixo de 25 anos – 7%; 26 a 35 anos – 20%; 36 a 45 anos – 25%; 46 a 55 anos – 26%; 56 a 65 anos – 18%; acima de 65 anos – 4%.
  • A pesquisa foi conduzida nos EUA (502), Reino Unido (501), Holanda (501), Alemanha (500) e Japão (509)

 

 

De acordo com a pesquisa:

  • Os americanos têm mais tendência que outras nacionalidades de perder o sono por causa do stress no trabalho; 30% citam essa como a razão pela qual acordam durante a noite.
  • A  quantidade padrão de tempo que os americanos levam para pegar no sono – 26 minutos – é mais alta que em qualquer outro país pesquisado – e os homens americanos são os que mais roncam no mundo: 29% roncam todas as noites.
  • 70 % afirmam que o seu trabalho foi afetado por causa da falta de sono.
  • O sintoma apontado como número 1 da falta de sono foi diminuição da paciência/tolerância, seguido por menos entusiasmo e concentração.

 

Charles Kreisler, professor de Medicina do Sono da Harvard Medical School, afirma que ao mesmo tempo em que as corporações criam políticas para a promoção da saúde junto aos seus funcionários, muitas encorajam uma cultura de insônia, confundindo falta de sono com vitalidade e alto desempenho. No ambiente de negócios, isso significa que as empresas costumam recompensar gerentes que trabalham 80 horas por semana, funcionários sênior que sobrevivem com apenas cinco ou seis horas de sono noite após noite, esperando que os funcionários trabalhem em uma nuvem de efeitos de mudanças de fuso-horário e cafeína.

 “As pessoas perdem o sono porque não conseguem dormir (insônia) ou porque não estão reservando tempo suficiente para o sono – ambos podem acontecer por causa do stress relacionado ao trabalho no atual cenário econômico”, afirma o Dr. David White, Chief Medical Officer da área de soluções para Home Healthcare da Philips. “As pessoas simplesmente precisam levar o sono muito mais a sério”.

“O sono não é opcional – é absolutamente crucial para a saúde das pessoas”, continua o Dr. White. “As conseqüências de não dormir suficientemente são conhecidas. As pessoas que não dormem o suficiente podem ganhar peso, têm tendência a ter diabetes, alta pressão sanguínea e até ataques cardíacos. Nós enfrentaremos graves problemas de saúde se não tomarmos providências mais sérias.”

Os resultados da pesquisa da Philips refletem o argumento de Charles Kreisler, professor de Harvard. Aproximadamente dois terços dos respondentes afirmaram que a falta de sono afetava o seu trabalho porque eles se sentiam menos capazes de se concentrar, tinham menos paciência e entusiasmo. E um quarto dos respondentes chegou a culpar o sono por decisões erradas.

Além das descobertas acerca da falta de sono, a pesquisa também descobriu que enquanto 96% dos executivos reconhecem que o sono inadequado pode afetar seriamente a saúde de uma pessoa, apenas 29% discutem seu padrão de sono problemático. Dos que o fazem, apenas 27% buscam ajuda médica profissional, enquanto a maioria apenas conversa sobre os seus problemas com a família e os amigos.

Os respondentes também foram pesquisados a respeito de sua consciência acerca de uma doença do sono bastante comum, a Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (AOS), uma condição caracterizada pela interrupção repetida da respiração durante o sono.

Outras descobertas da pesquisa incluem um nível de conscientização muito alto a respeito da Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) como uma doença curável (60%).

Curiosamente, apesar do fato de que roncar pode ser um sintoma chave da SAOS, apenas 35% consideraram roncar um problema e 65% não sentiam que o ronco precisava ser tratado. Isso destaca um problema-chave da profissão médica, que é o fato de que a apneia do sono e outras desordens são frequentemente mal diagnosticadas porque as pessoas não reconhecem os sintomas ou não levam os problemas do sono a sério o suficiente para falar com seus médicos. Uma pesquisa realizada nos últimos anos mostrou uma ligação entre a SAOS e doenças cardíacas, derrames e diabetes.

Esta pesquisa encomendada pela Philips foi realizada pela TNS e ouviu 2.500 executivos com responsabilidade gerencial igualmente divididos entre o Reino Unido, Alemanha, EUA, Japão e Holanda por meio de uma pesquisa online. A Philips realizou a pesquisa para conhecer melhor os hábitos das pessoas relacionados ao sono e seu nível de conscientização acerca do impacto do sono em sua saúde e qualidade de vida.

Como líder no mercado de gerenciamento de sono e do tratamento da Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono, os produtos de terapia do sono da Philips foram desenvolvidos para encorajar a aceitação da terapia para SAOS, oferecendo cada vez mais conforto.

Informação de apoio

Os riscos da apneia do sono

A Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) é uma condição potencialmente grave na qual uma pessoa tem pausas na respiração enquanto dorme como resultado do colapso ou do congestionamento das vias aéreas. A respiração normal geralmente é retomada com uma inspiração repentina que pode fazer engasgar e com um ronco muito alto. Uma pessoa portadora de SAOS geralmente para de respirar muitas vezes durante a noite, resultando numa má qualidade de sono, sem caráter revigorante.

A SAOS geralmente não é diagnosticada facilmente. Muitas pessoas que sofrem dessa doença não têm consciência de que a SAOS é a causa de seu sono conturbado e, geralmente, é o seu parceiro quem se da conta de seu problema respiratório. Qualquer pessoa pode sofrer de SAOS, especialmente pessoas que estão acima do peso ou têm problemas crônicos de saúde como diabetes do tipo 2 e alta pressão sanguínea.

A SAOS pode ser séria porque aumenta o risco e a probabilidade de ataques cardíacos, derrames e insuficiência cardíaca. Se você já tem pressão sanguínea alta, diabetes do tipo 2 e está acima do peso, a SAOS pode piorar esse quadro. E as conseqüências em potencial da privação continuada do sono incluem acidentes de trabalho ou automotivos.

Para muitas das pessoas que sofrem desse mal, a solução para a sua SAOS é a Terapia da Pressão Positiva Continua das Vias Aéreas (CPAP, do inglês Continuous Positive Airway Pressure) na qual ar pressurizado é bombeado para dentro das vias aéreas, mantendo-as abertas e prevenindo os colapsos que causam a pausa na respiração.

A Philips Respironics tem uma linha de aparelhos para a terapia CPAP desenvolvidos para facilitar o uso em casa. Eles têm uma série de funções que os tornam mais confortáveis que diversos outros no mercado e podem se adaptar perfeitamente ao estilo de vida dos pacientes. Com a terapia do sono da Philips Respironics, os pacientes geralmente têm sucesso do dia pra noite.

Esses aparelhos são apenas uma parte do amplo portfólio de produtos para o sono e respiratórios oferecidos pela Philips Respironics, desenvolvidos para atender as necessidades das pessoas e melhorar sua qualidade de vida.  

Para mais informações sobre as atividades da Philips em cuidados com a saúde e bem-estar, acesse: http://www.because.philips.com

 

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Sobre a Philips do Brasil

A Philips do Brasil é uma subsidiária da Royal Philips Electronics da Holanda e atua no País há 83 anos. Líder dos mercados locais de eletroeletrônicos, equipamentos para recepção de TV por assinatura via satélite, eletrodomésticos portáteis, produtos para cuidados pessoais e iluminação, a Philips do Brasil atua ainda nos setores de telecomunicações, informática e equipamentos médico-hospitalares. Outras informações para a Imprensa estão disponíveis no site da Philips do Brasil na Internet: www.philips.com.br


Sobre a Royal Philips Electronics

A Royal Philips Electronics da Holanda (NYSE: PHG, AEX: PHI) é líder global em saúde, iluminação e produtos de consumo e estilo de vida, oferecendo inovações, serviços e soluções por meio da sua promessa de marca "Sense and Simplicity". Com sede na Holanda, a Philips possui aproximadamente 123.800 funcionários em mais de 60 países. Com um volume de vendas de 27 bilhões de euros em 2007, a empresa é líder de mercado em equipamento para diagnóstico médico por imagem e monitoramento de pacientes, soluções em iluminação com base na eficiência enérgica, produtos de cuidados pessoais e para a casa, bem como eletrônicos de consumo. Mais informações sobre a Philips podem ser encontradas no site www.philips.com/newscenter.


 


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